| Segundo o presidente do Sintasa, Augusto Couto, existe perseguições no Instituto Parreiras Horta |
Na manhã desta terça-feira, 25, servidores da Fundação Parreiras Horta realizaram uma nova manifestação para se queixar das perseguições sofridas por alguns funcionários da casa. O café da manhã contou com a presença do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sintasa). Presidente do Sintasa afirmou que há seis meses alguns servidores sofrem perseguições
Segundo o presidente do Sintasa, Augusto Couto, existe perseguições no Instituto Parreiras Horta. “Nós conversamos com a secretária Mônica Sampaio e com o presidente da Fundação, Roberto Gurgel, para que não haja mais perseguições. O que acontece é que existem técnicos responsáveis por análise de laboratório, então queriam desviar eles para a lavagem de material. Isso iria sobrecarregar o trabalho deles”, disse.
De acordo com Augusto, essas perseguições acontecem há seis meses. “Nós vamos nos reunir com o diretor administrativo, Augusto dos Santos, ainda nesta terça, pois isso já vem ocorrendo a cerca de seis meses. Espero que seja dado um ponto final nessa situação”, avaliou.
